quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Angiopatia amilóide cerebral

Angiopatia amilóide cerebral é uma condição neurológica em que as proteínas chamadas amilóide se acumulam nas paredes das artérias no cérebro. A condição aumenta o risco de acidente vascular cerebral hemorrágico e demência.


Causas de angiopatia amilóide cerebral

A causa da angiopatia amilóide cerebral é desconhecida, mas, por vezes, pode ser passada através das famílias.
Pessoas com esta condição têm depósitos de proteína amilóide nas paredes das artérias cerebrais. Normalmente, a proteína não é depositada em qualquer outra parte do corpo.
O principal fator de risco é o aumento da idade, sendo uma condição vista mais frequentemente em pessoas com idade superior a 60 anos.


Sintomas de angiopatia amilóide cerebral

Angiopatia amilóide cerebral pode provocar hemorragia no cérebro. Normalmente, o sangramento ocorre nas partes externas do cérebro, chamados lóbulos, e não nas áreas profundas. Os sintomas ocorrem por causa do sangramento no cérebro, que prejudica o tecido cerebral. Por vezes, os pacientes desenvolvem problemas de memória graduais. Quando uma tomografia computadorizada é implementada, existem sinais de que ocorreu sangramento no cérebro, situação que as pessoas podem não ter percebido.
Se houver uma grande quantidade de sangramento, os sintomas imediatos assemelham-se aos que ocorrem com um acidente vascular cerebral. Tais sintomas imediatos incluem:
  • Sonolência
  • Dor de cabeça (geralmente numa parte específica da cabeça)
  • Alterações neurológicas que podem iniciar-se de repente, incluindo confusão, delírio, visão dupla, visão diminuída, alterações de sensações, dificuldades de fala, fraqueza ou paralisia
  • Convulsões
  • Coma (raramente)
  • Vômitos

Tratamento de angiopatia amilóide cerebral

Não existe nenhum tratamento eficaz conhecido. O objetivo do tratamento é aliviar os sintomas. Nalguns casos, a reabilitação é necessária para fraqueza ou inépcia. Isto pode incluir terapia física, ocupacional ou terapia da fala.
Ocasionalmente, alguns doentes podem beneficiar de medicamentos que ajudam a melhorar a memória, tais como os utilizados para tratar a doença de Alzheimer.
Convulsões podem ser tratadas com anticonvulsivantes como a fenitoína (Dilantin) e carbamazepina (Tegretol).

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