quinta-feira, 27 de julho de 2017

Fratura por estresse

A fratura por estresse é uma pequena rachadura num osso. Estas fraturas são na maioria das vezes um resultado do uso excessivo, sendo frequentemente observadas com um aumento da atividade. As fraturas por estresse ocorrem mais comumente nos ossos que suportam o peso das pernas. Quando estes ossos são submetidos a uma nova tensão, tal como uma nova rotina de exercícios, podem não estar bem adaptados, e como resultado, eles podem rachar sob as novas tensões que são aplicadas.

Sintomas de fratura por estresse

Os sintomas de fraturas por estresse podem variar amplamente. No entanto, a queixa mais comum é a dor. A dor pode desenvolver-se gradualmente e muitas vezes é aliviada pelo repouso. Geralmente, a dor torna-se mais intensa com a atividade física e pode ser associada com o inchaço. Inchaço e sensibilidade podem estar presentes na área da dor, sendo raro ver hematomas ou descoloração.

Causas de fratura por estresse

O uso excessivo é a principal causa deste tipo de fratura. Isto pode ser confuso, mas o uso excessivo pode simplesmente significar uma mudança na atividade. Um aumento de exercício, como na prática de atletismo ou mesmo nas funções do trabalho podem motivar uma fratura por estresse. Alguns pacientes ainda relatam fraturas por estresse depois de uma mudança simples, como ir de férias, altura em que implementou uma quantidade incomum de caminhadas.
Outros fatores de risco incluem certos esportes que têm uma elevada frequência de atividade repetitiva. Em particular correr e saltar podem causar este tipo de fraturas.
A osteoporose também pode colocar um paciente em risco de fratura por estresse. Os ossos fracos ou moles podem não ser capazes de manipular até mesmo a mais simples das mudanças na atividade. Quaisquer ossos dos pés e tornozelos podem ser afetados por uma fratura deste tipo.

Tratamento de fratura por estresse

Na maior parte das vezes, este tipo de fratura ocorre como resultado do uso excessivo, e o primeiro tratamento inclui a paragem da atividade que causou a fratura, tornando-se necessário promover um período de descanso. O tempo que terá de se manter afastado da atividade pode variar entre seis a oito semanas. Normalmente, o exercício pode continuar, mas apenas numa forma de baixo impacto, como natação, bicicleta elíptica ou bicicleta de exercício.
Suplementos de cálcio e de vitamina D são muitas vezes prescritos.
A maioria das fraturas vai curar com as medidas conservadoras, mas existem casos em que se torna necessária uma cirurgia. A situação mais comum que requer cirurgia é quando o osso não cura, o que é chamado de pseudoartrose. Normalmente, a cirurgia inclui a colocação de parafusos para fixar o osso. Por vezes, esta cirurgia também inclui a colocação de osso fresco dentro da área que se tornou lenta a curar. Este processo é chamado de enxerto ósseo.

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